- FBTF

- há 4 dias

O nosso FELIZ ANIVERSÁRIO de hoje, dia 5 de Maio, vai para o Treinador Alexandre Grasseli.
Desejamos SAÚDE, PAZ e ALEGRIAS de DEUS!
São os votos dos Amigos na Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol.
FBTF

O nosso FELIZ ANIVERSÁRIO de hoje, dia 5 de Maio, vai para o Treinador Roberto Fernandes.
Desejamos SAÚDE, PAZ e ALEGRIAS de DEUS!
São os votos dos Amigos na Federação Brasileira dos Treinadores de Futebol.
FBTF

Goleiro-jogador no futebol.
Evolução ou invenção?
E aí, tudo bem?
Espero que sim.
Aproveitando que último dia 26/04 foi o dia do goleiro, me arriscarei a fazer uma reflexão acerca das mudanças que essa posição vem sofrendo nos últimos tempos, sobretudo na questão de jogar com os pés.
Na minha época de criança e adolescente, lá em Recife, alguns goleiros ficaram gravados na minha memória como Luís Neto e Birigui (Santa Cruz), País (Sport) e Mauri (Náutico). Todos eles destacaram-se pela sua grande capacidade de defender as bolas usando as mãos.
Hoje em dia, no futebol, vemos cada vez mais goleiros se destacando pela sua capacidade/habilidade em participar ativamente seja na construção do jogo seja na circulação de bola. “Saber jogar” tornou-se um ponto valioso de diferenciação na posição. Alguns goleiros são contratados enquanto outros são dispensados por conta desse quesito. No futsal, chama-se coloquialmente goleiro-linha ou goleiro-jogador.
Minha questão é: "Se no futsal a utilização desse recurso se justifica por oferecer uma grande vantagem tanto em manutenção de posse quanto em criação de oportunidades de finalização, no futebol, qual é a grande vantagem que a utilização frequente do goleiro no jogo com os pés oferece?"
Eu sei que esse é um aspecto muito individual do modelo de jogo de cada treinador, mas é que tenho visto com cada vez mais frequência equipes sofrendo gols por falhas na saída de bola curta com os goleiros. E o gol custa caro demais no futebol. Por outro lado, a vantagem gerada por um bom passe (curto) do goleiro raramente coloca a sua equipe em uma grande possibilidade de finalização.
Será que o risco compensa o benefício?
Sem contar as inúmeras vezes que vemos hoje em dia zagueiros, laterais e volantes recuando a bola por recuar, colocando o goleiro em aperto por não terem personalidade/capacidade de jogarem a bola pra frente. Inversão de papeis e transferência de responsabilidade.
Como disse antes, repito agora: esse é um aspecto do modelo de jogo de cada treinador, e se faz parte do modelo, deve ser treinado individual e coletivamente para ser posto em prática no jogo. E esse treinamento (preparação) deve ser exaustivo para que todos tenham CLAREZA sobre QUANDO, ONDE, COMO, POR QUE e PARA QUE utilizar esse recurso.
O que achas?
O comentário crítico é livre e muito bem-vindo.
Forte abraço. DEUS te abençoe.
Marcelo Salazar – 30.04.2026

















