- FBTF

- 23 de mar

Tudo bem contigo? Conhece o brinquedo da foto? Já brincou com ele alguma vez? O “cubo de Rubik” foi criado em 1974 pelo Húngaro Ernö Rubik e permite a bagatela de 43.252.003.274.489.860.000 combinações possíveis. A título de curiosidade, se alguém pudesse realizar todas as combinações possíveis a uma velocidade de um movimento por segundo, tardaria 1.400 trilhões de anos para fazê-las, supondo que nenhuma combinação fosse repetida.
Trazendo para o futebol, acho que a figura é autoexplicativa e segue uma sequência do simples ao complexo. Exercício, treino, semana e o jogo. Notem como a complexidade do jogo é muito maior inclusive que a da semana. Não sabemos o que vai acontecer no jogo. Ou melhor, sabemos. Mas jamais saberemos a ordem dos eventos e nem a quantidade de cada um. Os vídeos e os números podem nos mostrar padrões, mas não garantem nada. Há uma infinidade de situações que podem acontecer uma vez e nunca mais se repetir.

Então como podemos, enquanto treinadores, preparar nossos jogadores e nosso time de maneira satisfatória? Variando imensamente os tipos de exercícios? Já vi treinador se gabando que “nunca repete um treino”. Mas, se a repetição é a mãe da perfeição, então, qual a solução?
Hoje, penso que um bom caminho seja criar, através de exercícios, o maior número de problemas possíveis (e específicos do jogo) durante as sessões de treino para que os jogadores se habituem a isso: "Resolver problemas através da correta execução das suas decisões durante o jogo". Quanto mais exposto a treinos e momentos que reproduzam o “jogo” (com toda sua aleatoriedade) mais repertório existirá para que eles tomem boas decisões e resolvam satisfatoriamente situações inesperadas no jogo.
Mas isso é apenas uma suposição ... Baseada na minha (pouca) experiência e no que venho estudando ao longo de minha vida.
Que reflexões essa leitura te trouxe? Compartilha comigo aqui.
Um abraço e que DEUS te abençoe hoje e sempre.
Marcelo Salazar
Treinador de futebol
22.03.2026


Após o nosso empate na última rodada, seguimos na vice liderança da Liga Saudita U21, colados no líder.
Nosso gol veio de um escanteio. Ano passado, quando trabalhava como scout, fiz um curso de ações de bola parada. E esse ano, como treinador, tento aplicar o que aprendi na teoria.

Bola parada não é sorte — é método.
No futebol, o treino de bola parada é o laboratório da excelência: repetição consciente, ajuste fino de detalhes, sincronização de movimentos. Cada cobrança ensaiada é uma mensagem clara ao cérebro e ao corpo: automatizar para decidir sob pressão.
A repetição constrói confiança; a confiança acelera a execução; e a execução precisa transforma treino em gol. Quando a transferência para o jogo acontece com naturalidade, não é acaso — é competência treinada.
Bola parada ganha jogo.
Repetição ganha campeonato.
Seguimos!!
Marcelo Salazar
De Pernambuco para o Mundo!
FEV 2026


Hoje eu tive a honra de participar, como palestrante da "Masterclass" online, o Programa de Formação para Diretores Esportivos da UEFA Academy.
É um conteúdo com mais de 30 participantes que exercem a função em Clubes e Federações de ponta, como AS Mônaco, Sporting Lisboa, Bayern Leverkusen, Fenerbahçe S.K., Feyenoord, Federações Norueguesa, Portuguesa, Irlandesa e Gaulesa de futebol, Al Qadsiya Saudi Club etc.
Como ex-aluno da UEFA Academy, e com mais de 14 anos vivendo e trabalhando no Oriente Médio, pude não apenas passar um pouco de minha experiência, mas também ouvir e aprender com os colegas que trabalham no mais alto nível do futebol mundial.

Partilhar conhecimento é sempre uma experiência enriquecedora.
Um forte abraço.
Deus te abençoe,
Marcelo Salazar
05.05.2025


















